Tratamento integral da criança autista

Tratar integralmente é tratar a CRIANÇA que apresenta o TEA em sua individualidade, como o ser único que ela é. .
Tratar integralmente é avaliar como está sua saúde, como está sua nutrição, como está seu aparelho digestivo, a função intestinal.
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Tratar integralmente é fazer um plano nutricional individualizado, trabalhando a seletividade alimentar, suplementando nutrientes em defasagem. .

Tratar integralmente é diagnosticar a disbiose intestinal (alteração na flora intestinal) nos sintomas de flatulência, dor abdominal intestino preso ou Diarreia.
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Tratar integralmente é tratar a disbiose intestinal, retirando alimentos alergênicos e processados, recolocando enzimas digestivas, utilizando prebióticos e reinoculando probióticos de acordo com a individualidade

Tratar integralmente é detectar alergias alimentares, fazer dieta de exclusão e adequar os nutrientes.

Tratar integralmente é buscar alternativas que melhorem sua imunidade, alternativas que diminuam o uso de antibióticos e corticóides que visivelmente agravam o estado da criança.
O tratamento homeopático leva a uma melhora significativa na imunidade dessas crianças. .

Tratar integralmente é melhorar seu sistema de detoxficação.

Tratar integralmente é reconhecer que muitas vezes os sintomas de agitação, irritabilidade, agressividade estão ligados à um intestino permeável, (Leaky gut Syndrome) que deixa passar substâncias tóxicas e alérgenos que deveriam ser eliminados, e que ao entrarem na circulação chegam ao cérebro agravando a neuro inflamação, já presente nas crianças com TEA.
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Tratar integralmente é estimular com as melhores intervenções fonoaudiológicas psicólogicas, de terapia ocupacional, psicomotricidade ou outras que se fizerem necessárias, mas com o entendimento que ao tratar a saúde na sua integralidade as respostas a essas intervenções serão mais rápidas e eficazes .
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Tratar integralmente é orientar os pais para que busquem informações em fontes corretas, é incentivá-los a estudar para que façam as escolhas mais acertadas e se empoderem do tratamento de seus filhos

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