E se não for autismo?

Mesmo que não seja autismo, algo está acontecendo no neurodesenvolvimento e precisa de intervenção precocemente.
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A intervenção precoce evita que o sintoma agrave. Esperar para ver não está nas melhores práticas.
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Quanto mais precoces as intervenções, melhor será o desenvolvimento e a qualidade de vida da criança.
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Segundo o Manual de Orientação do Transtorno do Especro Autista publicado pela Sociedade Brasileira de Pediatria: "A intervenção precoce está associada a ganhos significativos no funcionamento cognitivo e adaptativo da criança.

Alguns estudiosos têm até mesmo sugerido que a intervenção precoce e intensiva tem o potencial de impedir a manifestação completa do TEA, por coincidir com um período do desenvolvimento em que o cérebro é altamente plástico e maleável."
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Não fechar o diagnóstico não é motivo para esperar.
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O ideal é que o diagnóstico seja fechado até os 3 anos mas toda criança deverá sistematicamente ser rastreada em busca de sinais precoces nos 2 primeiros anos de vida para ao sinal de qualquer risco, mesmo sem diagnóstico iniciar as intervenções .
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O desenvolvimento é como uma escada. Uma aquisição depende da outra para acontecer.
Se não houver estimulação, os atrasos vão se somando e, ao esperar, os sintomas se tornam mais importantes e a plasticidade cerebral já reduziu.
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Quanto mais cedo a intervenção, maior sua eficácia, seja qual for o diagnóstico do atraso.
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O período de 0 a 3 anos é o período ideal para a estimulação precoce, mas a estimulação após essa idade continua sendo importante e trazendo muitos benefícios .
A intervenção precoce, além de amenizar significativamente os sintomas, reduz em até 2/3 os custos do tratamento.

Para conhecer o documento completo acesse: www.sbp.com.br

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