Agressividade infantil – O que fazer e como lidar

Agressividade infantil - O que é

A agressividade infantil é um comportamento normal entre 1,5 a 3 anos, assim como o comportamento amoroso.

Ensinar a andar e falar é tarefa dos pais. Ensinar o controle da agressividade também, pois a criança pequena não sabe controlar seus impulsos.

Ainda que seja normal, a agressividade infantil não deve ser aceita.

Existem acontecimentos que podem gerar reações de agressividade: nascimento do irmão, mudança de casa, de escola, separações etc…

Agressividade infantil – O que fazer?

Não tenha tolerância diante da agressividade da criança.

  • Se a criança agredir, mordendo ou batendo, CONTENHA-A:  Segure a mão dela, mostre com a expressão facial que você não gostou e com voz firme expresse claramente a reprovação. Fale de seu sentimento: “Não pode bater. Bater dói. Papai e mamãe não batem em você.”

  • “Conversar”, dar sermão, explicar, pedir por favor, suplicar, dizer que é feio não fará a criança mudar de atitude. CONTENHA-A.

  • Não espere a criança bater pela terceira vez para impor limite. Ela deve saber que fez algo errado desde a primeira vez. CONTENHA-A.

  • Não grite, nem revide, pois assim estará reforçando o aprendizado da agressividade: crianças aprendem por imitação. CONTENHA-A.

  • A única atitude a ser tomada: CONTENÇÃO, quantas vezes for necessário, o tempo que for necessário. Você é mais forte fisicamente. Quando a criança “entrar em nocaute”, você afrouxa, transforma a contenção em abraço e diz: “Nós amamos você, mas NÃO PODE BATER.” É a chamada “terapia do abraço”.

Essa é a forma correta de ensiná-lo, o que não significa que a agressividade não vai se repetir, pois o aprendizado demora e você precisará ser coerente e consistente. Se você fizer sempre igual, aos poucos, a criança aprenderá a controlar a agressividade.

Agressividade infantil – Quando você deve se preocupar?

A agressividade infantil poderá ser considerada anormal, quando fora da faixa etária esperada (1,5 – 3 anos), quando ocorre com muita frequência e por longo tempo, sem que existam acontecimentos geradores de estresse emocional para a criança. Nesses casos, a ajuda profissional precoce pode evitar que seu filho desenvolva um transtorno de conduta no futuro.